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Autoridades e empresas de saneamento debatem a crise hídrica na Região

  • Foto do escritor: ambientecampinas
    ambientecampinas
  • 25 de ago. de 2014
  • 2 min de leitura

A crise hídrica na Região Metropolitana de Campinas e nos municípios que integram a Bacia PCJ foi tema de debate na tarde desta segunda-feira, 25 de agosto, na sede da Sanasa. O evento contou com a participação do presidente da empresa, Arly de Lara Romêo, do presidente nacional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae), Silvio José Marques e da relatora especial da ONU para Direito ao Uso da Água e ao Saneamento, Catarina Albuquerque, além de demais autoridades e representantes do PCJ e das empresas de saneamento da região.


Na ocasião, a relatora especial da Organização das Nações Unidas citou exemplos de medidas adotadas em alguns países para lidar com a escassez da água. O acesso à água é reconhecido como um direito humano pela ONU.


Após sobrevoar o Sistema Cantareira durante a manhã de segunda-feira, ao lado do gerente de Qualidade e Relações Técnicas da Sanasa, Alessandro Tetzner, e do presidente da Assemae, Silvio Marques, Catarina afirmou que parte da seca está fora do controle, pois tem a ver com o clima. “Por outro lado, há uma obrigação por parte dos governos de investir em infraestrutura. Foi usado o máximo de recursos disponíveis para reagir a esta seca?”, questionou a relatora da ONU.


O secretário municipal do Verde e do Desenvolvimento Sustentável, Rogério Menezes, por sua vez, mencionou algumas das 12 medidas anunciadas pelo Governo Municipal para o enfrentamento da crise hídrica, entre elas a recuperação das nascentes e matas ciliares e a parceria firmada com o Corpo de Bombeiros para o fornecimento de água de reúso. “Estamos vivendo precipitações sessenta por cento abaixo do pior momento hidrológico da história, em meados da década de 50. Estamos falando de uma situação absolutamente fora do normal”, disse o secretário.


O presidente da Assemae, Sílvio Marques, elogiou as ações da Sanasa. “Campinas fez a lição de casa muito bem, um exemplo tem sido o controle de perdas, que hoje tem um índice de 19,2%. São necessários investimentos de dez, de vinte anos, para que as futuras gerações não tenham problemas como os de agora”, destacou.


O evento contou também com as apresentações de toda a estrutura da Sanasa pelo gerente de Qualidade e Relações Técnicas, Alessandro Tetzner, e do Plano de Segurança da Água da empresa pela gerente de Consultoria de Integração e Desenvolvimento Tecnológico, Adriana Isenburg. “A crise vai passar, mas vai deixar lições importantíssimas para todos nós”, concluiu o presidente Arly de Lara Romêo.

 
 
 

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