Árvores do Paço são as primeiras a receber identificação com QR Code
- ambientecampinas
- 23 de mai. de 2014
- 2 min de leitura
Com o objetivo de identificar as espécies arbóreas plantadas em espaços públicos estratégicos para atividades de educação ambiental, a Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS) deu início, nesta semana, à identificação digital das árvores localizadas no jardim do Paço Municipal.
Já foram identificados, pelo sistema digital QR Codes, os pés de Jequitibá Rosa, Sibipiruna, Ipê Roxo e Pau Mulato. Depois de catalogadas todas as espécies na Prefeitura, o trabalho seguirá para catalogação das árvores do Largo das Andorinhas, do Jardim Carlos Gomes e do Centro de Convivência Cultural.
A ação faz parte de um Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado por uma empresa junto ao Banco de Áreas Verdes da SVDS. De acordo com o diretor do Departamento de Desenvolvimento Sustentável, Marcos Boni, no futuro, as árvores do entorno da Lagoa do Taquaral e do Bosque dos Jequitibás também devem ser identificadas digitalmente.
“Originalmente, o projeto previa a identificação digital apenas dos novos plantios feitos por meio de compensação ambiental, mas decidimos estender aos pontos estratégicos importantes para os trabalhos de educação ambiental no município”, disse Boni.
O sistema digital de identificação consiste na utilização de um aplicativo gratuito de internet, o QR Code, por meio do qual as pessoas podem baixar , no celular ou tablet, informações sobre cada uma das árvores.
Para baixar o aplicativo, basta entrar na loja App Store ou Google Play, digitar em busca de QR Code e instalar o aplicativo gratuitamente.
Para obter as informações, é necessário posicionar o equipamento eletrônico em frente ao cartão de identificação digital, localizado ao pé de cada árvore, que dados como nome da planta, espécie, data de plantio, época em que floresce, quando foi adubada, se a fruta é comestível, entre outras informações úteis e curiosas, são fornecidas pelo sistema.
O sistema atende à lei municpal nº 11.571/2003, que prevê a identificação de todas as árvores plantadas na cidade.
De acordo com Boni, todo empreendimento implantado em campinas que tenha movimentação de terra de mais de 500 metros cúbicos; construção acima de 2,5 mil metros quadrados; e cortes de árvores deverá fazer compensação ambiental.
Além dos TCAs, as compensações podem ser resultado também de Termos de Ajustamento de Conduta (Tacs) firmados por particulares com a municipalidade.
Neste caso, o lançamento do projeto foi em fevereiro de 2014, ocasião em que os jardins da Cidade Judiciária receberam 413 novas mudas que, acrescidas às outras 762 árvores já existentes, somaram 1.175 unidades identificadas digitalmente pelo sistema QR Code no local.
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