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Estação Ambiental revela aspectos ambientais e históricos da APA

  • Foto do escritor: ambientecampinas
    ambientecampinas
  • 23 de mai. de 2014
  • 2 min de leitura

Observar a vegetação e os tipos de animais que habitam a Área de Preservação Ambiental (APA) Campinas; percorrer um trecho do Ribeirão das Cabras; ter a oportunidade de ver como a água brota nas nascentes. Tudo isso somado a uma imersão na rica história do distrito rural de Joaquim Egídio com seus bondes, fazendas de café, trabalho escravo e imigrantes italianos. Esta é a proposta da Estação Ambiental– setor da Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS) que, neste deste dia 22 de maio, no período da tarde, recebe a visita de alunos da Escola Municipal de Educação Infantil Marilene Cabral, localizada no Dic 1.


De acordo com a responsável pela Estação Ambiental, a engenheira agrônoma Cláudia Esmeriz, o espaço oferece à comunidade uma vasta programação de atividades ao longo do ano com foco nos aspctos históricos, culturais e socioambientais da APA e do município de Campinas.


“Basta telefonar e fazer um agendamento prévio, pois temos atividades grtuitas direcionadas a alunos, educadores e para a comunidade em geral”, conta Esmeriz.


Histórico


A Estação Ambiental está instalada na antiga estação férrea de Joaquim Egídio, abandonada e demolida no anos 80. Devido ao seu valor histórico-cultural, a estação foi reconstruída no ano de 2.000 com verbas da compensação ambiental pela passagem do gasoduto Brasil-Bolívia da Petrobrás.


O distrito de Joaquim Egídio, entre 1870 e 1910, abrigou grandes engenhos de cana-de-açúcar que, aos poucos, foram cedendo espaço para a cultura de café.


Devido ao desenvolvimento econômico, em 1889, foi necessária a construção de um ramal férreo nas terras dos fazendeiros para agilizar o transporte da produção local até a Estação Ferroviária de Campinas.


O RFC – Ramal Férreo Campineiro tinha 33 quilômetros de extensão e possuía no início quatro locomotivas a vapor, 11 carros de passageiros e 24 vagões de cargas, apelidada de “Cabrita” - referência à Fazenda Cabras que ficava no final da linha. A ferrovia margeava por grande parte o Ribeirão das Cabras, principal afluente do rio Atibaia na região. Posteriormente, o ramal foi eletrificado e os bondes substituíram as Marias Fumaças até os anos 60, transportando moradores dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio para o centro de Campinas.


Serviço


Visitas monitoradas à APA Campinas – Atividades de educação ambiental


Agendamento pelo telefone: (19) 3298-6700

E-mail: estacaoambiental@yahoo.com.br

 
 
 

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